
FAZENDO GÊNERO 9 Diásporas, Diversidades, Deslocamentos
“As mulheres passaram a fazer parte das pautas nas Políticas Públicas nas primeiras décadas do século XX, inicialmente apenas como força de reprodução. Durante as décadas de 80 e 90 as discussões estimularam em 1993 o Ministério da Saúde a incluir no PAISM - Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, orientações específicas à assistência ao climatério.
A partir dos anos noventa, emerge o conceito de saúde reprodutiva e, somente mais tarde, a compreensão e inclusão dos Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos na pauta dos direitos humanos e da saúde como um conceito mais amplo.
Hoje, vemos a feminização da AIDS, as mortes maternas e o câncer como o resultado de décadas dessa política. “
Tramandaí foi representada em Florianópolis SC, no Seminário Internacional Fazendo Gênero 9, realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina nos dias 23 a 26 de agosto pela psicóloga Luciene Tomazi da Silva e colegas de profissão.
A psicóloga apresentou os resultados de sua pesquisa com o artigo Histórias de lobas silenciadas buscando a jovem Perséfone - Menopausa e Gênero, no Simpósio temático: A saúde como diversidade: gênero nas políticas de saúde, coordenado pela Pós-Doutora, professora da ULBRA Torres Graziela Cucchiarelli Werba e Marlene Neves Strey (PUC - RS).
Seu trabalho de pesquisa verificou, juntamente à saúde pública de Tramandaí/RS, quais as políticas públicas engendradas no atendimento das mulheres na maturidade, especificamente durante a menopausa.
Mulheres estas que desejam serem reconhecidas para além das funções fisiológicas e suas limitações.
Mulheres na menopausa, na maturidade, mulheres, que sofrem, que riem, que sentem desejos e dores, contando histórias que só se pode resgatar apurando o ouvido e escutando os sussurros.
Lobas cansadas e silenciadas pela história, buscando espaços de fala. Deméteres apressadas, pois iniciaram escondendo os “paninhos” da menstruação para não incomodarem aos homens da família. Hoje, elas têm urgência em cuidar da própria saúde e por vezes, optando em engolir, o que poderia ser verbalizado.
Luciene Tomazi da Silva
Psicóloga
CRP 07/18329
Atendimento
ENTRE-LAÇOS Espaço Terapêutico
Avenida Atlântica, 1935 – Tramandaí/RS (51) 81949669 e Clínica FUSION (51) 36845197
Particular e Convênios
“As mulheres passaram a fazer parte das pautas nas Políticas Públicas nas primeiras décadas do século XX, inicialmente apenas como força de reprodução. Durante as décadas de 80 e 90 as discussões estimularam em 1993 o Ministério da Saúde a incluir no PAISM - Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, orientações específicas à assistência ao climatério.
A partir dos anos noventa, emerge o conceito de saúde reprodutiva e, somente mais tarde, a compreensão e inclusão dos Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos na pauta dos direitos humanos e da saúde como um conceito mais amplo.
Hoje, vemos a feminização da AIDS, as mortes maternas e o câncer como o resultado de décadas dessa política. “
Tramandaí foi representada em Florianópolis SC, no Seminário Internacional Fazendo Gênero 9, realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina nos dias 23 a 26 de agosto pela psicóloga Luciene Tomazi da Silva e colegas de profissão.
A psicóloga apresentou os resultados de sua pesquisa com o artigo Histórias de lobas silenciadas buscando a jovem Perséfone - Menopausa e Gênero, no Simpósio temático: A saúde como diversidade: gênero nas políticas de saúde, coordenado pela Pós-Doutora, professora da ULBRA Torres Graziela Cucchiarelli Werba e Marlene Neves Strey (PUC - RS).
Seu trabalho de pesquisa verificou, juntamente à saúde pública de Tramandaí/RS, quais as políticas públicas engendradas no atendimento das mulheres na maturidade, especificamente durante a menopausa.
Mulheres estas que desejam serem reconhecidas para além das funções fisiológicas e suas limitações.
Mulheres na menopausa, na maturidade, mulheres, que sofrem, que riem, que sentem desejos e dores, contando histórias que só se pode resgatar apurando o ouvido e escutando os sussurros.
Lobas cansadas e silenciadas pela história, buscando espaços de fala. Deméteres apressadas, pois iniciaram escondendo os “paninhos” da menstruação para não incomodarem aos homens da família. Hoje, elas têm urgência em cuidar da própria saúde e por vezes, optando em engolir, o que poderia ser verbalizado.
Luciene Tomazi da Silva
Psicóloga
CRP 07/18329
Atendimento
ENTRE-LAÇOS Espaço Terapêutico
Avenida Atlântica, 1935 – Tramandaí/RS (51) 81949669 e Clínica FUSION (51) 36845197
Particular e Convênios
